Guarda Compartilhada na Prática: Você não é apenas uma “visita” ou um pagador de boletos

Guarda-Compartilhada

Conflitos envolvendo pensão alimentícia, guarda ou convivência são sempre delicados.
Mas o que muita gente não percebe é que a demora em agir pode afetar diretamente o bem-estar da criança.

Por medo de brigas, constrangimentos ou burocracia, muitos pais acabam adiando a busca por uma solução — e, enquanto isso, quem mais sofre é o filho, que precisa de estabilidade, rotina e proteção.

Por que agir rápido é essencial?

Pensão alimentícia atrasada significa menos recursos para o seu filho

A pensão não é um favor — é um direito da criança.
Ela garante o acesso à alimentação, educação, saúde e qualidade de vida.
Se o pagamento foi interrompido, é possível cobrar judicialmente os valores atrasados, e em alguns casos, o devedor pode ser preso.
Art. 528, §3º do Código de Processo Civil

– Guarda mal definida gera insegurança emocional

Crianças precisam de rotina, previsibilidade e afeto.
Quando a guarda não está formalizada ou há conflitos constantes sobre convivência, a instabilidade emocional é inevitável.
A Justiça pode intervir para regularizar a guarda e garantir que o menor cresça em um ambiente equilibrado e protegido.

✔ Convivência negada é uma violação de direito

Nenhum dos pais pode impedir o outro de conviver com o filho sem justificativa legal.
Quando isso acontece, pode configurar alienação parental, prática prevista na Lei nº 12.318/2010, que pode até resultar em perda da guarda.
Manter o vínculo afetivo é fundamental para o desenvolvimento saudável da criança.

✔ Quanto mais tempo passa, mais difícil pode ser reverter uma injustiça

Acordos verbais, promessas e “combinados informais” raramente são suficientes.
Sem formalização jurídica, o risco de descumprimentos e prejuízos futuros é alto.
Buscar orientação o quanto antes é o primeiro passo para evitar danos irreversíveis.

 O que fazer agora:

    • Procure um advogado especializado em Direito de Família para entender as medidas legais mais adequadas ao seu caso.

    • Não espere o problema se agravar — quanto antes houver uma decisão, mais protegido estará o seu filho.

    • Lembre-se: a omissão de hoje pode custar o bem-estar de amanhã.

Proteja quem mais importa

Cada ação tomada agora pode mudar o futuro do seu filho.
Com orientação jurídica correta, é possível garantir segurança, estabilidade e justiça — sem precisar transformar tudo em um grande conflito.

Está vivendo exatamente essa situação agora?

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